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Tóquio 2020: o que podemos aprender?

Nessa reta final das Olimpíadas, a saudade já começa a aparecer, mas se tem uma coisa que vai permanecer pra sempre é o tanto de aprendizado que ela nos proporcionou!

Foram dias intensos, com vários episódios que trouxeram à tona discussões sobre vulnerabilidade e questões humanas. Situações que nos fizeram até lembrar das reflexões do Zygmunt Bauman, sociólogo e filósofo polonês, sobre modernidade líquida.

Um espetáculo que só confirmou o que já tínhamos certeza: devemos exaltar o fator humano! Esses e outros aprendizados que tiramos dos Jogos de Tóquio, você confere no vídeo!




Reflexões sobre a abertura


Muitas reflexões caíram sobre a abertura dos Jogos de Tóquio. Há quem diga que foi simples demais; outros defendem a ideia de que foi bela e coerente; e ainda temos os que se sentiram tristes com a cerimônia vazia.

Mas como devemos analisar a abertura das Olimpíadas? Pelo contexto! Estamos há quase dois anos lutando contra o coronavírus. Então, os jogos que, inicialmente seriam realizados em 2020, encontraram um cenário muito diferente do que esperavam.

Eles tiverem que se adaptar ao novo contexto em que as Olimpíadas iriam acontecer. E, pra gente, apesar da cerimônia não ter sido grandiosa, ela foi repleta de momentos de reflexão sobre diversidade, respeito, silêncio, homenagens às dores, às perdas causadas pelo Covid e também à ancestralidade.

Entender o contexto é muito importante para diversas questões, inclusive, para o seu negócio.




Modernidade líquida


Foram dias intensos nas Olimpíadas, e vários episódios nos fizeram até lembrar das reflexões do Zygmunt Bauman, sociólogo e filósofo polonês, sobre modernidade líquida. Mas você sabe o que esse termo significa?

Segundo Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, modernidade líquida se trata de uma era em que as relações sociais e econômicas se tornam mais frágeis, breves e maleáveis, assim como os líquidos. Tudo se torna rapidamente descartável e a crítica vale para relações em todos os âmbitos, do amor ao consumo.

O alerta pra nós na #Almar está no cuidado de que as relações não fiquem no campo da superficialidade, exigindo que as empresas estejam sempre atentas à relação que constroem com seus clientes. É preciso construir confiança e proximidade, afinal, não há nada que impeça esse consumidor de procurar outras marcas.

Um recorte poderoso é a frase: “Não crie meras conexões com o seu cliente, mas sim um relacionamento”. Entendemos que a crítica de Bauman cai perfeitamente nesse momento em que tantas discussões sobre vulnerabilidades e relações humanas vem à tona com as Olimpíadas.

Ponderar para que as conexões não sejam superficiais e frágeis para se desligarem a qualquer momento é um prisma interessante. Seja na ponderação das relações sociais mas também de consumo, concorda? Como você percebe essa questão nas marcas que você consome?

E aí, o que mais você aprendeu com as Olimpíadas de Tóquio? Acompanhe a gente por aqui e veja também o que estamos falando pelos nossos outros canais: Instagram @alavancadasmarcas e LinkedIn.